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terça-feira, 24 de agosto de 2010

Direitos da criança cristã!

Direitos da Criança Cristã

1. Direito a não morrer pelos pecados cometidos. Jesus já pagou o preço exigido por Deus (Rm 5.8).

2. Direito de conhecer o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14.6).

3. Direito a ser filho de Deus através de Jesus Cristo (Jo 1.12).

4. Direito à vida abundante em Cristo (Jo 10.10).

5. Direito a ter uma armadura completa para defender-se do mal (Ef 6.11).

6. Direito de orar e receber resposta (Mt 7.8).

7. Direito de ressuscitar no último dia (1 Ts 4.14).

8. Direito a um novo nome na Glória (Ap 2.17b).

9. Direito a pertencer ao corpo de Cristo e atuar como parte importante nele (1Co 12.22).

10. Direito de receber proteção e cuidado especial para obter um crescimento saudável no conhecimento de Deus

Bullying

       

O que é bullying?

Bullying é uma situação que se caracteriza por atos agressivos verbais ou físicos de maneira repetitiva por parte de um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo inglês refere-se ao verbo "ameaçar, intimidar".
Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas. E, não adianta, todo ambiente escolar pode ter esse problema. "A escola que afirma não ter bullying ou não sabe o que é ou está negando sua existência", diz o médico pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), que estuda o problema há nove anos.
Segundo o médico, o papel da escola começa em admitir que é um local passível de bullying, informar professores e alunos sobre o que é e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática - prevenir é o melhor remédio. O papel dos professores também é fundamental. "Há uma série de atividades que podem ser feitas em sala de aula para falar desse problema com os alunos. Pode ser tema de redação, de pesquisa, teatro etc. É só usar a criatividade para tratar do assunto", diz.
O papel do professor também passa por identificar os atores do bullying - agressores e vítimas. "O agressor não é assim apenas na escola. Normalmente ele tem uma relação familiar onde tudo se revolve pela violência verbal ou física e ele reproduz o que vê no ambiente escolar", explica o especialista. Já a vítima costuma ser uma criança com baixa autoestima e retraída tanto na escola quanto no lar. "Por essas características, é difícil esse jovem conseguir reagir", afirma Lauro. Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno reage, a tendência é que a provocação cesse.
Claro que não se pode banir as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. O que a escola precisa é distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. "Isso não é tão difícil como parece. Basta que o professor se coloque no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?", orienta o médico. Ao perceber o bullying, o professor deve corrigir o aluno. E em casos de violência física, a escola deve tomar as medidas devidas, sempre envolvendo os pais.
O médico pediatra lembra que só a escola não consegue resolver o problema, mas é normalmente nesse ambiente que se demonstram os primeiros sinais de um agressor. "A tendência é que ele seja assim por toda a vida a menos que seja tratado", diz. Uma das peças fundamentais é que este jovem tenha exemplos a seguir de pessoas que não resolvam as situações com violência - e quem melhor que o professor para isso? No entanto, o mestre não pode tomar toda a responsabilidade para si. "Bullying só se resolve com o envolvimento de toda a escola - direção, docentes e alunos - e a família", afirma o pediatra.
Daniela Toviansky
Isto não ocorre somente no secular, mas tambem no meio cristão. Se nós pais e atuantes na igreja não prestarmos a tenção nas crianças, como agem, podemos dar espaço ao "Bullying cristão".

Em sala de aula outro dia ouvi , apelidos, ouvi que quem é de escola particular é melhor , quem mora em favela é pobre. E eu pergunto que importancia tem isso? A luz da palavra é isso que nós pais aprendemos e estamos passando para nossos filhos? Que há pessoas melhores que outras pela posição social ou pela beleza que tem. Isso nos levará para o céu mais rápido?
Pais prestem atenção nos valores que seus filhos estão se espelhando, o mais importante é o carater de Cristo que temos que ter e não um lugar ao sol aqui na TERRA  e depois?


terça-feira, 1 de junho de 2010

Orientando os filhos


Orientando os filhos

Efésios 6.1-4
1 - Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.
2 - Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa,
3 - para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.
4 - E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Se
nhor.

INTRODUÇÃO
Educar os filhos é responsabilidade dos pais, que devem cria-los na disciplina e admoestação do Senhor, nutrindo e dando o carinho necessário alimentando-os com a palavra de Deus, da infância à maturidade. Muitos pais na atualidade têm deixado essa tarefa para a escola ou igreja e isso tem sido com certeza a causa do extremo crescimento da delinquência juvenil. Nesta lição pretendemos desafiar os pais a assumirem totalmente a missão de educador, mas também mostraremos os caminhos que poderemos trilhar para chegar a esse fim, como veremos a seguir.

I – FORMANDO A PERSONALIDADE DOS FILHOS
O caráter não é herdado, é formado, e, é nesse ponto que entra o papel dos pais, pois a formação da criança envolve o moral, a ética e a conduta, que desde a mais tenra idade sofre influência do lar, da escola, da igreja e da comunidade com que se relaciona. É mais fácil formar um bom caráter a muda-lo. O temperamento, que tem a ver com as ações, reações, e emoções do indivíduo em relação ao nosso próximo, chamamos de natureza, feitio, índole, modo, jeito e não pode ser mudado, mas pode e deve ser controlado.
Aos pais cabe aplicar a disciplina através da palavra de Deus a fim de formar em seu filho um caráter verdadeiramente cristão. Esta formação envolve basicamente quatro passos.

Que são:

1. Formação cristã
A formação cristã dos filhos tem a ver com a doutrina cristã: hábitos e práticas como: oração, leitura da Bíblia, o culto, a Escola Dominical, a casa do Senhor, o dízimo do Senhor, dar graças pelo alimento, a filantropia, o altruísmo, a reverência pelas coisas do Senhor e da Igreja. (Dt 6).
O acompanhamento diário, desde o nascimento é fundamental para que não percamos os filhos para Satanás, que anda rugindo tentando rouba-los de nós. (Pv 22.6)

2. Formação social
Os pais devem se empenhar para que os filhos cresçamunidos, amando uns aos outros, exercitando a fraternidade. O exemplo e dedicação são fundamentais para que nossos filhos aprendam na prática e não somente na teoria. Sendo bem instruídos quanto à obediência, dignidade, submissão e respeito certamente darão bons frutos. Por ignorar a importância da formação social colocamos no mundo, jovens incapazes de interagir com o próximo.

3. Formação moral
É ligada ao caráter cristão, e envolve pudor, respeito próprio, respeito aos outros, bons hábitos, bons costumes, ética, boas maneiras que começam em casa e se externam na escola, na igreja, no lazer, etc. Como pais devemos imprimir nas crianças os bons costumes, que os seguirão por toda a vida.

4. Formação intelectual
É ligada à escolarização da criança, o que estuda, lê e vê. Aqui entra a aplicação da disciplina, que é momentânea, mas traz resultados duradouros. (Hb 12.11) Disciplina não é primeiramente castigo físico, mas, impor restrições, é ensinar a obediência, imprimindo na criança o conceito de que na vida não podemos fazer somente o que queremos, que existem regras a serem cumpridas. (Pv 29.15) Os pais não devem explorar o trabalho das crianças em detrimento dos estudos, que merecem prioridade. O uso indiscriminado da TV e de outras formas de diversão poderá trazer graves consequências para a formação da criança.

II – COMPETÊNCIA E RESPONSABILIDADE DOS PAIS
Deus espera que a família seja um instrumento de benção para a igreja e para o mundo através dos filhos criados para Deus. Os filhos educados no caminho do Senhor podem aprender a adorar desde a infância como Samuel. (I Sm 2.18)

1. Educando com o exemplo
A influência espiritual dos pais é fundamental para levar os filhos a Cristo, pelo exemplo de fé e obediência a Deus. (1 Co 7.14) Um personagem bíblico que nos chama a atenção é Noé, que a despeito de ter vivido em meio a uma geração corrupta,que zombou e desacreditou de sua mensagem, não permitiu que influenciassem seus filhos que entraram na arca, com suas respectivas esposas. Deus tinha um plano para Abraão que se perpetuaria na sua descendência, mas para isso ele assumiu o compromisso de conduzir os filhos no caminho do Senhor. (Gn 18.19) Nossos filhos poderão não entender o que falamos mas certamente aprenderão a fazer o que fazemos.

2. Educando com amor
Em Ef 6.4 encontramos orientação para educar os filhos com amor; produzindo neles a consciência de que o pai corrige o filho a quem ama, e que o faz em obediência a mandamento divino. De acordo com Deus não devemos provoca-los à ira, levando-os ao assombro como fazem alguns. Cria-los na disciplina e admoestação do Senhor, sem condescender com seus erros, quer dizer que a educação deve ser objeto do maior cuidado dos pais, ensinando o que é útil para esta vida e proveitoso para a eternidade. Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele. (Pv 22.6)

3. Educando pessoalmente
Aqui está o que já mencionamos na introdução desta lição que muitos pais na atualidade têm deixado essa tarefa para a escola ou igreja e causado extremo crescimento da delinquência juvenil. A igreja deve dispor de bons orientadores, professores de escolas dominicais a fim de auxiliar na educação de nossas crianças, mas esta não é uma responsabilidade da igreja e sim dos pais que são constituídos por Deus para pessoalmente criarem os filhos na doutrina e admoestação do Senhor. Os pais devem sentir-se honrados em cuidar do bem estar espiritual dos filhos e leva-los ao real relacionamento com Deus. (Dt 6.7) O objetivo da educação dada pelos pais deve ser, temer ao Senhor e andar nos seus caminhos, amá-lo, ser-lhe grato e servi-lo com inteireza de coração. A negligência dos pais quanto ao ensino pessoal aos filhos, poderá trazer danos irreparáveis.

4. Educando à luz da palavra de Deus
Há um número considerável de jovens e adolescentes, que embora nascido num lar cristão, jamais passaram pelo batismo em águas. Provavelmente seus pais não os ensinaram a esserespeito à luz da palavra de Deus. Ensinar os filhos com base nas verdades bíblicas é o princípio sagrado para que aprendam desde cedo, que nesta terra são forasteiros, mas seu verdadeiro lar e herança está no céu. Cedo devem aprender as doutrinas básicas da fé cristã, tendo consciência do estado de pecado original, e a redenção através de Cristo. (Mt 19.14) Experimentando o batismo nas águas e a presença do Espírito Santo.

CONCLUSÃO
Como vimos, a educação dos filhos é mais importante do que a maioria de nós temos pensado, mas Deus por sua infinita graça tem procurado nos desafiar a uma atenção mais acurada para esse fim, pois, no contexto em que vivemos onde os padrões da moralidade e do respeito ao próximo, tem decaído cada vez mais, faz-se necessário investir na formação de uma geração futura totalmente revestida de um caráter cristão e de uma personalidade verdadeiramente íntegra.
1. Que atenção você tem dado à educação de seus filhos?
2. Será que a Igreja deve fazer o que Deus designou para você?
3. E quanto a Palavra de Deus, tens procurado usa-la na educação de seus filhos?
Texto excelente retirado da Net, não sei de quem é os créditos.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Na Suécia, pais se recusam a revelar o gênero do/a filho/a

Acho interessante que alguns pais optem por não saber o sexo da criança antes do nascimento. A gente vive numa era de ansiedades. Não conheço nenhum casal que tenha feito isso nos últimos tempos e essa expectativa, que era bem comum antes da evolução da medicina, ninguém mais sabe direito como é. Quando a criança nasce, ela já tem nome, quarto da cor certa, enxoval e um monte de planos - se for menina vai fazer balé, tocar piano e usar aquele vestido amarelinho. Se for menino será São Paulino, vai gostar de Motorhead e ser advogado como o pai. Bleh.
Mas tudo que é demais é exagero. Tipos que tem um casal na Suécia (eta país maluco, sempre eles) que não revela o sexo do filho/a de dois anos e meio, nem pra ninguém, nem pra criança. E não a/o caracteriza de forma nenhuma, nem com pronome, nem com roupa e nem com o nome.
Eles chamam a criança de Pop.

Isso é Pop.
Pop. Pop. Pop.
Quando POP começar a ir pra escola, eu não consigo entender se POP será zuado por se chamar POP ou por não ser, aos olhos dos outros coleguinhas, nem menininho nem menininha.
Além da grande sacanagem de fazer isso com uma criança sem pensar nas possíveis consequências (mal posso esperar pra descobrir se POP será assexuado, homossexual, transgênero ou vai só mudar de nome mesmo - PRA PUNK, HAHAHAHAHAH), os pais escolheram um nome altamente infeliz pra dar pra essa criança. POP não é nada. Parece a onomatopéia de alguém abrindo uma garrafa de champanhe. É sonoro, divertido, mas ninguém pode se chamar POP.
Entendo a necessidade de dar um nome de duplo gênero, né. Não dá pra esconder o sexo da criança se você chamá-la de Camila. Mas tem outras opções de nomes que servem tanto pra homem quanto pra mulher. Tipo… Allison. Yumi. Nadir. Há quem juraria que Nadir é nome de mulher, mas esse é controverso, então entra na lista. Outro controverso: Lucimar. Ainda assim, o mais adequado seria algo como José Maria / Maria José, contanto que os pais alternassem o uso do primeiro e do segundo nome pra chamar a criança.
Os pais dizem que estão fazendo isso para que POP (pfff) cresça com liberdade, sem ser forçado a nenhum gênero. Bonito. Pra mim, soa mais como uma experiência antropológica cruel, uma mistura de Mengele com Mogli, o menino lobo, e tudo isso com seu próprio filho. Repito - não dá pra prever as consequências de algo assim pra uma criança. Mas a certa altura, quando ela começa a identificar que é diferente, de alguma forma, de outras crianças, deve sim se tornar perturbador.
Na matéria que eu linkei, uma pediatra sueca diz que não sabe como isso afetará a criança, mas que certamente ela será ‘diferente’. Os pais querem que ela seja diferente? Se eles estão forçando essa diferença, então pra mim não há a ‘liberdade’ de que eles falam. Não é natural.
É como um Bonsai - parece natural e bonitinho, e a gente fica maravilhado com a magia da natureza. Mas na boa, você colocou uma semente de árvore dentro de um potinho. A natureza não é idiota - o mínimo que ela pode fazer é perceber isso e crescer pouquinho. Mas se ele pudesse, cresceria muito mais. Aliás, é isso que ela faria em condições normais.
Meu próximo Bonsai se chamará POP.
Os pais dizem que só vão revelar o sexo de POP quando ele ou ela quiser. O que vai acontecer, hum, digamos, amanhã. Quero dizer, assim que POP perceber que não tá de rosa nem de azul, e as outras crianças tão, ela vai perguntar isso pros pais. Mistério FAIL.
E esse papo de dar liberdade à criança não faz sentido. O único jeito de fazer isso sem ser forçado ou prejudicá-la seria se mudar pro meio do mato e se isolar do contato com o resto da sociedade.
Eu não chamaria de ‘liberdade’ vesti-la com roupas unissex, chamá-la por um nome que, além de ser um palíndromo, é onomatopéico e tão emblemático (imagina como ele/ela se sentiu quando o Michael Jackson morreu semana passada) e subverter totalmente tudo aquilo que ele/a inevitavelmente terá contato. Isso só pode transformá-lo/a numa criança perturbada. Aliás, falando em Michael Jackson, até dá pra supôr o resultado da criação hetedoroxa de POP.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

PEDOFILIA


No Rio, o animador de festas infantis Rogger Peixoto Lucas, de 40 anos, foi preso em novembro sob a acusação de usar sua atividade para aproximar-se de crianças, aliciá-las e cometer abusos sexuais. Algumas dessas crianças eram internas de um abrigo de meninas, onde ele realizava trabalho sociais. Um dia depois, foi a vez de o americano Andrew Kenneeth Grayg ser detido pela polícia fluminense. A acusação – pedofilia, praticada durante anos no seu país de origem, e a suspeita de que tenha seviciado crianças também aqui. Na semana anterior, o país horrorizou-se com uma série de crimes brutais praticados contra crianças no Paraná. Ao longo de 12 dias, quatro meninas foram mortas, não sem antes serem estupradas, por diferentes criminosos. Uma delas, a pequena Rachel Maria de Oliveira Genofre, de nove anos, foi violentada, estrangulada e teve o corpo deixado dentro de uma mala na rodoviária.

A sucessão de casos é apavorante, muitos deles com detalhes bizarros. Em Brasília, um graduado servidor do Senado Federal foi flagrado com imagens no seu computador onde aparece abusando sexualmente de bebês e crianças de até quatro anos de idade. Em São Paulo, um empresário de 32 anos abusava da própria filha de nove transmitia as cenas de sexo ao vivo, através de uma webcam, para centenas de outros pedófilos conectados ao seu programa de mensagens simultâneas.

Fragilidade – Os efeitos nas crianças vitimadas pela ação de pedófilos são avassaladores. “É aí que entra a importância da igreja. É lá que muitas famílias buscam ajuda”, destaca Débora Kornfield, autora do livro Vítima, sobrevivente, sofredor – Perspectivas sobre o abuso. Para a escritora, que também é missionária da organização Servindo Pastores e Líderes (Sepal), cuja editora publicou seu livro, é aí que reside um grande conflito: os líderes das igrejas geralmente não estão preparados para atender um problema tão complexo como o abuso sexual infantil. Para tentar dar respostas a este problema, ela ajudou a criar grupos de apoio às vítimas de abuso sexual nas igrejas evangélicas. “É necessário que os líderes desses grupos tenham um grande equilíbrio emocional e sejam dignos de confiança. As vítimas estão muito fragilizadas, seja pela circunstância atual ou mesmo por uma dolorosa recordação do passado”.

Seu envolvimento com tema começou quando se preparava para a conclusão de seu curso de pós-graduação em Assessoramento Familiar. “Em três meses, recebi 17 mulheres de igrejas evangélicas, que me relataram histórias de abusos na infância”. Foi quando se deu conta do tamanho do problema, que castigava também famílias evangélicas. “Muitos abusos tinham suas origens até mesmo dentro do ambiente das igrejas e com a família de líderes cristãos”, destaca. Débora também ouviu o outro lado, o do abusador. “Conheci um rapaz que, na adolescência, havia abusado de crianças. Ele jamais havia contado isso para ninguém, nem mesmo para sua mulher. Um dia, ele teve um colapso nervoso e precisou ser internado num hospital psiquiátrico. A culpa era intensa e, só após esse episódio, ele contou sua história”.

Mas as maiores marcas ficam mesmo nas pequenas vítimas. Que o diga a pedagoga evangélica Marisa Mello Mendes, vítima de abuso pelo próprio pai, quando tinha 11 anos. “Durante muitos anos, associei a imagem do pai como a sendo de um violentador. Foi quando Deus se revelou a mim como Pai, curando minhas feridas. É isso que procuro repassar para as crianças e jovens que nos procuram todos os dias”. Ela se refere à instituição que dirige, a Parábola, que funciona na cidade de São Paulo. A entidade é premiada internacionalmente e reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) por seu trabalho junto a jovens e crianças vitimas da violência. “São cerca de duas mil crianças atendidas todos os anos, e oitenta por cento delas têm histórico de violência sexual.” Marisa analisa os caminhos trilhados pelas vítimas: “Podem se tornar extremamente tímidas, ter problemas com obesidade, tendências depressivas e comportamento apático. Por outro lado, podem se tornar agressivas, desenvolver compulsão sexual e reproduzir a violência sofrida.” Marisa garante que, em 20 anos de experiência com casos de abusos de crianças, nunca encontrou um agressor sexual que não tenha sofrido a mesma violência na infância ou juventude.

Longa história de abusos - Logo após ser preso, há dez anos, por ter filmado, fotografado e mantido relações sexuais com crianças, o biólogo Leonardo Chain, que trabalhava como instrutor de acampamentos para crianças, defendeu-se de maneira insólita: “Na Grécia Antiga, a pedofilia era comum. Platão nunca foi condenado pelo que eu fiz”. O bizarro é que ele tinha razão. Tão antigo quanto a humanidade, o uso de menores para satisfação sexual de adultos foi um costume tolerado e até mesmo incentivado na Grécia e no Império Romano. Na China, durante milênios, castrar meninos e vendê-los a ricos pederastas foi um comércio legalizado. Conta-se até que Maomé, o profeta do Islã, tinha 53 anos quando casou-se com uma menina de apenas oito. Em casas européias de prostituição, eram celebres os leilões de meninas virgens que, depois de suas primeiras experiências sexuais, eram colocadas para viver nos prostíbulos. Os termos “meninas” ou “raparigas” denotam bem a idade precoce das prostitutas.

No mundo da literatura, o flerte entre arte e sedução muitas vezes saía da mera ficção. O escritor inglês Lewis Carrol (1862-1898), autor de Alice no País das Maravilhas, inspirou-se numa garotinha de 4 anos, chamada Alicia Lidll. O assédio dele pela menina era tão intenso que os pais da criança o proibiram de aproximar-se da filha. Já o romance Lolita, do russo Vladmir Nabokov (1899-1977), retrata a história de um padrasto europeu que se apaixonou pela enteada adolescente. Mais recentemente, o cineasta polonês Roman Polanski admitiu ter feito sexo com uma menina de 13 anos, quase trinta anos mais jovem que ele. Desde então, Polanski é considerado foragido pela polícia norte-americana.

Em artigo publicado pelo jornal carioca O Globo, o filósofo Olavo de Carvalho escreveu que “por toda parte onde a prática da pedofilia recuou, foi a influência do cristianismo – e praticamente ela só – que libertou as crianças desse jugo temível”.

Mundo perdido - Se no Brasil os pedófilos se esgueiram entre as conexões de internet e muitos casos envolvem raptos seguido de abusos contra crianças, em países como os Estados Unidos e a Holanda eles chegam a se organizar oficialmente. Na América, há uma associação gay conhecida como North American Man and Boy Love Association, a Nambla, cuja tradução literal já explicita as intenções: “Associação do amor entre homem e garoto”. A entidade conta com o apoio de intelectuais, como a polêmica escritora Camille Paglia, e já teve seus membros denunciados por participação em redes de pedofilias internacionais.

Na Holanda, a coisa vai além. Homologado pelo Tribunal Internacional de Haia em 2006, um grupo fundou um partido político assumidamente pedófilo. Com o singelo nome de Partido Para o Amor Fraternal, Liberdade e Diversidade, a primeira meta proposta pelos pedófilos é apresentar um projeto legislativo que autorize crianças de 12 anos a manterem relações sexuais com adultos.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Adolecrentes !!!

Aborrecente, não!
Adolescrente, sim!

Papo sério
A adolescência é considerada por muitos a fase mais problemática da vida. Tempo de indecisões, amadurecimento, conflitos e transformações radicais, tanto físicas quanto psicológicas.
De fato, ela é um rito de passagem, ou seja, uma preparação para a vida adulta, sendo esta encarada como uma fase estável, responsável e madura.
Isso é uma característica de nossa cultura, na qual a adolescência, apesar de incompreendida, é muito enfatizada e comercializada. Uma prova disso são as lojas especializadas em moda teen; as não aconselháveis revistas voltadas para este público, que explicam desde "que absorvente devo usar" até "como devo proceder para atingir o clímax sexual".
Mas isso não quer dizer que os reais anseios e necessidades dos adolescentes estejam sendo supridos. Amor, dedicação, tolerância, um ombro amigo e broncas quando necessário não se compram em lojas. Além disso, a comunhão com Deus, que é garantia de vitória sobre as dificuldades, também não é adquirida como um objeto.
Jesus foi um adolescente como você, por isso sentiu na pele as dificuldades e conflitos que hoje você experimenta. E porque Ele venceu, hoje está aqui para acalmar os ventos e as tempestades que a adolescência anuncia.

1. SOCORRO, sou um adolescente!
Cada pessoa tem uma maneira diferente de encarar as fases da vida. Tem gente que se desespera diante das mudanças, enquanto outras acham legal.
Sendo assim, existem adolescentes que passam pela adolescência sem "traumas" ou grandes problemas. Porém, para um bom número deles, essa fase pode ser comparada a um terrível furacão, que do nada aparece trazendo confusões, dúvidas e as indesejadas espinhas, que deixam o rosto marcado.
Uma boa maneira de você lidar com essa fase de sua vida é entender suas características, propósitos e a lista de conflitos que ela traz. Com isso, você poderá escolher que posições e decisões tomar enquanto vivencia esses momentos inesquecíveis.

1.1 Mudanças radicais no corpo
Na adolescência, o corpo deixa sua forma infantil para assumir o formato adulto. Isso ocorre muito rapidamente, e por causa disso o adolescente perde a noção de espaço e ganha a fama de desastrado, pois esbarra em tudo.
A mudança na voz, o aparecimento de pêlos no corpo e o aumento da estatura e da força nos rapazes; o novo contorno do corpo e o desenvolvimento de seios nas moças são as transformações mais aparentes.
Quando seu corpo muda, conseqüentemente a sua auto-imagem e a maneira como as pessoas lhe vêem também mudam. Elas estão percebendo que, fisicamente, você não é mais uma criança e passam a cobrar-lhe certas responsabilidades. Mas, a verdade é que o seu interior não muda tão depressa quanto o seu exterior.
1.2 Quem é você
Você está vivenciando um momento de transição para a vida adulta, mas ainda não é um adulto. Em contrapartida, também não é uma criança."Afinal de contas o que sou então?",você deve estar fazendo esta pergunta constantemente. É esta pergunta que você deve responder para encontrar sua identidade, ou seja, aquilo que torna você único e autêntico. Definir seus gostos, sonhos, preferências, ideais , crenças e valores fazem parte dessa busca e é um dos maiores desafios da sua vida. É claro que isso leva tempo, pois depende de suas vivências e do seu amadurecimento. Por enquanto, você ainda ficará em dúvida se deve brincar de carrinhos e bonecas ou deixar de uma vez por todas essas "coisas de criança".
1.3 Mudanças na forma de pensar
Na adolescência, o pensamento mágico vai embora,e o adolescente anseia por descobrir a verdade, as coisas como realmente são. Por isso , você é tão questionador e não se contenta em receber um "porque não" quando seus pais não lhe deixam sair.
Mas, embora você pense de maneira mais racional, a fantasia ainda faz parte de sua vida. As idéias de que "já sou grande, sei cuidar de mim" e de que "nada de ruim vai acontecer comigo"são grandes exemplos. Por causa delas, muitos não ouvem os sábios conselhos de seus pais e praticam uma série de coisas erradas.
1.4 Montanha russa emocional
O adolescente possui grande instabilidade emocional: um dia está lá em cima, empolgadíssimo, no outro, está lá em baixo, desanimado.
Esses altos e baixos são normais, mas não favorecem tomadas de decisão maduras. Por ainda não ter muita experiência e por se deixar levar pela emoção, você ainda não pode analisar com plena maturidade as melhores saídas para a vida. Assim, é necessário ouvir os bons conselhos, á luz da palavra de Deus, que os mais experientes podem lhe oferecer. Lembre-se que o Senhor sabe o que é melhor pra você (provérbios 16:9)
2. Faça sua adolescência valer a pena
o mundo aprendeu a ver os adolescentes como problemáticos, confusos, preguiçosos, rebeldes, fracos e submissos. Não é à toa que alguns lhes dão o título de "aborrecentes". Mas, Deus não vê você assim. Ele tem bons pensamentos a seu respeito e quer lhe dar uma esperança e um futuro (Jeremias 29:11).
2.1 Plantar boas sementes
Quem falou que a adolescência só tem coisa ruim? Muito pelo contrário, é uma época maravilhosa! È tempo de fazer amizades, descobrir o amor, e mais do que tudo: trabalhar para Jesus.
Você, agora, tem um maior entendimento sobre as coisas de Deus e sabe discernir entre o que é certo e o que é errado. Lembre-se de que tudo aquilo que você plantar, isso também colherá (Gálatas 6:7,8)



2.2 Juntinho com Deus
Jesus deu um grande exemplo na sua adolescência. Aos doze anos de idade, Ele já conhecia intimamente as escrituras e ensinava até mesmo os doutores (Lucas 2:41-52). Jesus dedicou Sua vida a fazer a vontade de Deus, por causa disso triunfou sobre o inferno e a morte.
Deus também quer usar a sua vida com poder e com graça para impactar a sua geração. Quantos de seus amigos precisam de Jesus, não é mesmo? Seja um exemplo de fidelidade ao Senhor, e Ele ajudará você a viver uma bela história, digna de ser lembrada e admirada.
Aqui entre nós:

Toda mudança traz perturbações e até mesmo certa resistência. Alguns adolescentes não querem crescer para não deixar de serem crianças.
Uns porque recebem muitos benefícios como tal. Outros porque não querem assumir responsabilidades. Mas o certo é que a vida já foi determinada com a seqüência de fases que devem ser vividas a cada ano que passa.
Às vezes essas mudanças trazem coisas desagradáveis como é o caso com a pele.
Aparecem as indesejáveis espinhas, que deixam suas marcas. A causa de tal situação é a produção hormonal mais intensa nessa idade junto à atividade das glândulas sebáceas, que aumentam a produção de gordura. Se for o caso procure um dermatologista para que ele indique o melhor tratamento para você.
Mantenha o rosto sempre limpo e não esprema as espinhas, para evitar infecções.

Verificando o que a Bíblia diz:
Eclesiastes 11:9,10
9 - Alegra-te, mancebo, na tua mocidade, e anime-te o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas Deus te trará a juízo.10 - Afasta, pois, do teu coração o desgosto, remove da tua carne o mal; porque a mocidade e a aurora da vida são vaidade.Eclesiastes 12:1
Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos em que dirás: Não tenho prazer neles;



Devocional:
Segunda – I Timóteo 4:12
Terça – Lamentações 3:27
Quarta – I Coríntios 13:11
Quinta - I Samuel 3:19
Sexta – Jeremias 1:7
Sábado – Lucas 2:40



Neste folheto , começamos a abordar as mudanças que ocorrem na adolescencia e como é aceitação pelos pais e pela sociedade, o lado bom da adolescencia a época de plantar boas sementes, de pensar no futuro, de estar perto de Deus e iniciar um ministério , ser útil na obra .

Longe do Pecado - 1º folheto



Segue aqui todos os estudos dado aos adolescentes .





Longe do pecado

I João 5:18 a 19
18 - Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive pecando; antes o guarda aquele que nasceu de Deus, e o Maligno não lhe toca. 19 - Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no maligno.
O homem é o responsável pelo seu próprio pecado, e não o diabo.
No dia final teremos que responder por cada um dos nossos pecados, e não poderemos lançar a culpa sobre o diabo.

(De hoje em diante cada um será responsável pelos seus atos)

A maioria dos pecados são obras carnais e são produzidas pelo próprio homem em razão das fraquezas e apetites carnais que fazem guerra contra a alma.
Satanás e seus demônios, procuram atuar nas áreas de fraqueza humana , inicialmente induzindo a pessoa a pecar , e , em seguida, conduzindo a um tipo de dependência ou escravidão.

(exemplos: a prostituição, masturbação, bebida, drogas, pensamentos impuros, etc.).

Existem dois níveis de libertação:
· Espiritual – fazer com que Satanás solte a pessoa que ele tem aprisionado;
· Humano – levar a pessoa a entender as fraquezas e dependências que a leva a pecar e abandoná-las.

I João 2:15 a 17 15 - Não amem o mundo, nem as coisas que há nele. Se vocês amam o mundo, não amam a Deus, o Pai. 16 - Nada que é deste mundo vem do Pai. Os maus desejos da natureza humana, a vontade de ter o que agrada aos olhos e o orgulho pelas coisas da vida, tudo isso não vem do Pai, mas do mundo. 17 - E o mundo passa, com tudo aquilo que as pessoas cobiçam; porém aquele que faz a vontade de Deus vive para sempre.

I João 3:8 a 10
8 - Quem continua pecando pertence ao Diabo porque o Diabo peca desde a criação do mundo. E o Filho de Deus veio para isto: para destruir o que o Diabo tem feito. 9 - Quem é filho de Deus não continua pecando, porque a vida que Deus dá permanece nessa pessoa. E ela não pode continuar pecando, porque Deus é o seu Pai. 10 - A diferença clara que existe entre os filhos de Deus e os filhos do Diabo é esta: quem não faz o que é correto ou não ama o seu irmão não é filho de Deus

Tiago 4:7
Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós.
(Obediência e Dependência de Deus)

Efésios 4:27
nem deis lugar ao Diabo.

I Pedro 5:8
Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar;

Como fechar a porta?

É preciso que a pessoa vigie, que seja íntegra em todas as áreas de sua vida .

I Pedro 1:14 a 16 – (santidade) ... sinceridade
14 - Sejam obedientes a Deus e não deixem que a vida de vocês seja dominada por aqueles desejos que vocês tinham quando ainda eram ignorantes.15 - Pelo contrário, sejam santos em tudo o que fizerem, assim como Deus, que os chamou, é santo.16 - porquanto está escrito: Sereis santos, porque eu sou santo.
João 1:8 – (integridade)
Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz

Portanto não adianta dizer: “puxa, eu não deveria ter feito” e voltar a fazer novamente.
O verdadeiro arrependimento leva a pessoa a assumir a sua culpa, a responsabilidade pelo pecado, e não ficar tentando justificar a sua atitude, com desculpas. “É por causa disso ou daquilo...”.
A pessoa arrependida sente verdadeira dor pelo pecado porque sabe que, enquanto durou o pecado, sua comunhão com Deus foi estragada .

Tiago 4.4
“... Não sabeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo, constitui-se inimigo de Deus..
Qual o comportamento atual no mundo?

“Ficar”, isso mesmo, não há nada de Deus nisto . São costumes do mundo.

Ser cristão é nadar contra a correnteza, não pertencemos ao mundo, fomos comprados por alto preço, o preço do sangue de Jesus Cristo.

Hebreus 2:14
Portanto, visto como os FILHOS são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo;
Hoje somos filhos de Deus e não nos convém nos comportarmos como o mundo.

II Coríntios 6.14-16
"Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo

“Mentiras”

Efésios 4:25 – Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.

“Más companhias”

I Coríntios 15:33 – Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes.
Que fruto você está dando?

Hebreus 6:8 – mas se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada.


Deuteronômio 11:26
Vede que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição:
Deus a cada dia nos chama para um concerto, não temos como nos enganar, que tipo de eternidade queremos?

João 14:6
Respondeu-lhe Jesus: Eu sou O CAMINHO, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.Só existe um caminho , só existe um Deus .



Este estudo foi um intensivão da forma que Deus não se agradava com algumas coisas que o mundo oferecia, e que era comum aos olhos deles, pois quando convivemos muito com algo a tendencia é se tornar banal, e até nos contaminarmos e praticarmos os mesmos atos. Foi comentado nessas aulas , que eles tem amigos na escola , que se dizem "crentes" ,"evangélicos" e que fazem tudo que o mundo faz, o famoso "ficar", mentem , são consumistas e gostam de ostentar, são depresivos e se importam mais com ser popular e agradar a qualquer custo.
Pais que conceitos são esses ??? A salvação é individual , e nós pais teremos que dar contas de nossos filhos diante de Deus...