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sábado, 27 de novembro de 2010

O NATAL E SEUS SÍMBOLOS À LUZ DA PALAVRA DE DEUS






CONHEÇA AS VERDADES SOBRE A FESTA DE “NATAL”
E SEUS SÍMBOLOS.
“e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
João 8.32
Todo ano quando chega o final do mês de Novembro e durante quase todo o mês de Dezembro vemos os preparativos para essa festa chamada “Natal”, onde muitos dizem ser a Comemoração do Nascimento de Jesus. Mas será que há espaço para Jesus ser lembrado, já que são tantos símbolos diferentes!
Conheça agora a origem de alguns desses símbolos e veja como eles nada tem haver com o Nascimento do nosso Salvador Jesus Cristo:
A ORIGEM DA FESTA “NATAL”
O Natal é a principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia.
Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode, e suas raízes datam de épocas imediatamente posterior ao dilúvio. Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Um Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou, rebelde". Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal". Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu" dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino" (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da "virgem e o menino" espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito, [Semíramis e Ninrode] chamavam-se Isis e Osíris; na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), ou na América do Sul, deusa-mãe virgem Caraíba – tudo isso muito antes do nascimento de Jesus Cristo. Portanto, durante os séculos quarto e quinto, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano adotavam o novo "cristianismo popular" levando consigo as antigas crenças e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos, popularizou-se também a idéia da "virgem e o menino". Maria, após o nascimento de Jesus, manteve relações íntimas com seu marido, segundo as Escrituras – Mt 1:25 E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus. Dizer que ela permaneceu virgem é um reflexo claro desta doutrina satânica pagã, especialmente, durante a época do Natal. Os postais de Natal, as decorações e representações, do presépio, as músicas da noite de Natal, como seu tema Noite Feliz, repetem ano após ano esse tema popular da virgem e o menino nas famosas Cantatas de Natal. No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípcio da Rainha do Céu – Jr 44) nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século IV). Somente no século V foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos, e a igreja, nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida. (1Coríntios 11:24-26) Mas, os antigos "Mistérios babilônicos" idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, têm sido transmitido de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência Cristã. A celebração do Natal antecede o cristianismo em cerca de 2000 anos. Na Suméria, o festival simbolizava a passagem de um ano para outro, o Zagmuk. Para os mesopotâmios, o Ano Novo representava uma grande crise, devido à chegada do inverno, eles acreditavam que os monstros do caos, liderados por Cthulu, enfureciam-se e Marduk, o seu principal deus, precisava derrotá-los para preservar a continuidade da vida na Terra. O festival de Ano Novo, que durava 12 dias, era realizado para ajudar Marduk em sua batalha. A tradição dizia que o rei devia morrer no fim do ano para, ao lado de Marduk, ajudá-lo em sua luta. Para poupar o rei, um criminoso era vestido com as suas roupas e tratado com todos os privilégios do monarca, sendo morto levava todos os pecados do povo consigo, assim, a ordem era restabelecida. Um ritual semelhante era realizado pelos persas e babilônios, e até nas américas. Chamado de Sacae no oriente, a versão também contava com escravos que tomavam o lugar dos seus mestres. A Mesopotâmia, chamada de mãe da civilização, inspirou a cultura de muitos povos, como os gregos, que englobaram as raízes do festival, celebrando a luta de Zeus contra o titã Cronos. Mais tarde, através da Grécia, o costume alcançou os romanos, sendo absorvido pelo festival chamado Saturnalia (em homenagem a Saturno). A festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de Janeiro, comemorava-se o solstício do inverno. De acordo com seus cálculos, o dia 25 era a data em que o Sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra. Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes - ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas - enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão. Os mesmos objetos eram usados para presentear uns aos outros. Apenas após a cristianização do Império Romano, o 25 de dezembro passou a ser a celebração do nascimento de Cristo. A maior parte dos historiadores afirma que o primeiro Natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.C.. A troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino Rei Jesus, assim como outros rituais também foram adaptados do paganismo para o pseudo cristianismo
OS SÍMBOLOS DO NATAL E SUAS VERDADEIRAS ORIGENS

VELAS
As velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite. Acendê-las constituem um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais; a vela acesa está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo as velas são chamadas de demônios; é uma simbologia de “manter os demônios vivos”. As velas não têm relação alguma com as luzes do candelabro judaico - Menorah. As velas consagradas a demônios são de base perigosa. Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos. Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário (acabou a luz!), para alumiar ambientes, ou como decoração naquele jantar romântico, mas, no Natal, elas absorvem esta simbologia satânica, ainda mais vermelha! Nas encruzilhadas elas encontram-se em abundância e nos centros espíritas também, e principalmente no Natal elas assumem esta simbologia sutil, e fica estranho alguém que afirma conhecer tão bem o evangelho, ficar acendendo velas em casa...
ÁRVORE DE NATAL
O que diz a Bíblia sobre a árvore de Natal? Se a Bíblia nada diz para comemorarmos o Natal, nem mesmo registra tal observância da parte dos apóstolos ou da verdadeira Igreja primitiva, ela tem algo a dizer sobre a árvore de Natal! Leia Jeremias 10:2-4. A Árvore de Natal, o mais resistente símbolo natalino, ressuscita um deus pagão chamado Ninrode e faz reviver Tamuz, o espírito natalino. No ocultismo ou nas religiões orientais, os espíritos dos antepassados são invocados por meio de uma árvore, e como sabemos que os mortos não voltam o que se manifestam são anjos decaídos A Enciclopédia Barsa, vol.11, pg. 274, diz:
"A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore, em homenagem ao deus-menino”.
A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é uma fábula de chamamento de adoração a deuses babilônicos. Os babilônicos consagravam uma árvore aos pés dos deuses e a levavam para casa como aprovação desses mesmos deuses; era o símbolo do deus dentro de casa, porque não se podia fazer a réplica da imagem. Esta árvore estava relacionada a um pinheiro. O pinheiro faz parte de um ritual de adoração a Ninrode, Tamuz e a Semírames. O restante do capítulo mostra a dura exortação que Deus dá ao Seu povo. Por quê? Porque trouxe para dentro de casa um costumes de povos pagãos.
AS BOLINHAS DE ENFEITE
Esse aparente e inocente adorno teve origem durante os cultos a Baal, já vimos que a árvore era elemento fundamental ao culto pagão, e como oferta, ofereciam-se sacrifícios humanos de crianças meninas, essas após serem mortas tinham suas pequenas cabeças (bolinhas) decepadas e penduradas na árvore.Os lacinhos que acompanham as bolinhas personificam ainda mais uma cabeça de menininha. Devido a decapitação elas se ensangüentavam e tornavam-se completamente avermelhadas; quanto maior fossem o número de cabeças penduradas, maior e mais importante era o sacrifício. (Quando eu li isso pensei: "Senhor tenha misericórdia, pois eu não sabia!" Por algumas vezes enfeitei o Ministério Infantil com essas bolinhas, não sabia a origem tão horrível que se escondia por detrás desse objeto. Agora nunca mais!!!)
A TROCA DE PRESENTES À MEIA-NOITE
A Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155, diz:
"A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".
É mais uma perpetuação do culto a Tamuz, onde as oferendas (presentes) a ele eram colocadas por seus súditos aos pés da tal renascida árvore. E ainda hoje, a onde são colocados os presentes de natal? Aos pés da árvore, nada mudou... O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos?... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar?... Não parece absurdo deste ponto de vista?... Se você quer dar presente a filhos, parentes e fazer o famoso amigo secreto no fim de ano que o faça, mas não espiritualize isso, presenteei por amor e por alegria, pois bem aventurado é o que dá e dá com alegria. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março. Contudo, isto é precisamente o que as pessoas não fazem em todo o mundo, pois a Palavra diz que o “amor de muitos esfriará” Mt 24:12.
A GUIRLANDA
A coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas, que enfeita as portas de tantos lares, é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro Answer to Questions:
"A guirlanda remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do atual Natal. Na verdade, as guirlandas são memoriais de consagração. Em grego é stephano, em latim corona. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, etc.. Para tudo isso servia as guirlandas. Essas coroas verdes que são colocadas nas portas das casa, porque simbolizam as boas vindas, lugar de entrada. Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus. A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. Só existe uma guirlanda na Bíblia e esta foi feita por Roma, para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Não há outra guirlanda, a não ser esta de espinhos, feita como símbolo de escárnio.

O PRESÉPIO
O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antigüidade babilônica. É um estímulo à idolatria. São Francisco, no séc. XVIII, enquanto um dos líderes da Igreja Católica, instituiu o presépio para lembrar as festividades natalinas, na verdade uma convocação que leva o povo a ficar com a fé limitada ao material, ao que é palpável. Está relacionado diretamente com os rituais solstícios. Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. Se você tiver a curiosidade de ler a história cristã, verá firmemente que a influência romana é presente em quase todo o comportamento cerimonial da igreja chamada “evangélica”. As figuras utilizadas são intencionais. Por esses e outros motivos, temos que tomar posições. O presépio é um incentivo à idolatria, é uma visão pagã, obras da carne (Gálatas 5:19-22). Nas colônias inglesas, nos Estados Unidos, quando os chamados puritanos ingleses chegaram na América do Norte, fizeram tremenda resistência às festividades natalinas e levantaram sua voz em protesto com relação aos objetos utilizados no Natal. Isto porque estudaram as origens e estavam com a fé firmada só em Jesus. Os ingleses paravam nesta data em profunda reflexão intercedendo pela América do Norte e pelas nações da Terra, clamando por misericórdia porque o paganismo tinha sido inserido no meio do Cristianismo, e neste dia faziam orações e jejuns, por entenderem que os presépios eram altares consagrados, um incentivo subjetivo à idolatria. Quando os imigrantes holandeses chegaram à América do Norte, por terem tendências de viverem por símbolos e conservarem com muita veemência o "espírito natalino", trabalharam até resgatar as idolatrias do Natal. Hoje a América do Norte é uma das nações mais inclinadas às tão famosas festas natalinas. Houve um resgate dos presépios não só dentro da sociedade secular, como também da eclesiástica Hoje no Brasil, a abertura do Natal é feita com uma famosa "Missa do Galo" que envolve nada mais que plantonistas relacionados ao resgate da identidade pagã, aonde geralmente o Papa ou algum alto sacerdote dá perdão as maldições hereditárias dos fiéis. A missa é celebrada diante de um presépio, cujas figuras estão relacionadas com Babilônia e não com a realidade do Evangelho. Um culto camuflado aos deuses pagãos. É a sutileza do diabo querendo prender e tornar a fé cristã inoperante. (Esse símbolo é outro que eu passo a não utilizar mais, pois até mesmo livros e revistas evangélicas para trabalho com Crianças às vezes vem com as figuras para montagem.)
PAPAI NOEL
É lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz:
"São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."
São Nicolau, quando jovem, viajava muito, ficou a conhecer a Palestina e Egito. Por onde passava ficava na memória das pessoas devido à sua bondade e ao costume que ele tinha de dar presentes às crianças necessitadas. Conta-se que o primeiro presente que o Papai Noel deu foram moedas de ouro entregues a três meninas pobres. Quando voltou a sua cidade natal, Patara, na província de Lícia, Ásia Menor, São Nicolau foi declarado bispo da cidade de Mira. Com o tempo, o santo foi ganhando fama de fazedor de milagres, sendo esse um dos temas favoritos dos artistas medievais. Nessa época, a devoção por S. Nicolau estendeu-se para todas as regiões da Europa, tornando-o o padroeiro da Rússia e da Grécia, das associações de caridade, das crianças, marinheiros, garotas solteiras, comerciantes, penhoristas, e também de algumas cidades como Friburgo e Moscou. Milhares de igrejas européias foram-lhe dedicadas, uma delas ainda no séc. VI, construída pelo imperador romano Justiniano I, em Constantinopla (Istambul). A Reforma Protestante fez com que o culto a São Nicolau desaparecesse da Europa, com exceção da Holanda, onde sua figura persistiu como Sinterklaas, adaptação do nome São Nicolau. Colonizadores holandeses levaram a tradição consigo até New Amsterdan (a atual cidade de Nova Iorque) nas colônias norte-americanas do séc. XVII. Sinterklaas foi adotado pelo povo americano falante do Inglês, que passou a chamá-lo de Santa Claus - em português, Pai Natal. Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito.
Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!"
É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." (Prov 16:25).
Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NASCIMENTO DE JESUS
O NASCIMENTO DE JESUS EM 25 DE DEZEMBRO:
Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Ct 2:1 e Ed 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).
OS MAGOS QUE LHE TROUXERAM PRESENTES:
Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1-11 com respeito aos presentes que levaram os magos depois que Jesus nasceu. Fazendo uma simples análise deste texto, percebemos de plano que não temos como afirmar quantos magos eram, apesar de dizerem que eram três. Nem, muito menos a “cena bucólica do presépio” retrata uma ilustração da realidade ocorrida, uma vez que o texto é claro quando diz que eles entraram na casa, e não em um estábulo, a possibilidade de um engano era impossível, por mais simples que fosse a moradia.
Mas afinal de contas, por que os Magos levaram presentes para Cristo em sua casa? Será que foi por causa do seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram várias semanas ou meses depois do seu nascimento (Mateus 2:16).
Então Herodes, vendo que tinha sido iludido pelos magos, irritou-se muito, e mandou matar todos os meninos que havia em Belém, e em todos os seus contornos, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos.
Como já dissemos, ao contrário do que mostram os presépios, a Bíblia mostra que Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria. Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO. Por quê? No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Antigo Testamento e ainda persiste no Oriente e até em ilhas do Pacífico Sul. Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo. Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus, profetizado precisamente pelo profeta Daniel. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.
(*Observação minha: Onde está escrito na Bíblia que os magos eram reis?)
O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, idólatra. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!
Para nós fica a Palavra do Senhor como aviso:
"Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." (Ap 18:4)
Encontrei boa parte deste texto no site http://solascriptura-tt.org/Diversos/index.htm
Aconselho você a copiar este texto e colar no "word" e depois imprimir para lê-lo com calma e muita atenção.
Nós que ensinamos a Palavra de Deus aos pequeninos precisamos conhecer a verdade dos fatos!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Da Liberdade da Família ao Controle Global — Parte 1


Como os Direitos dos Pais Estão Sendo Capturados Pela ONU, Por Meio da Convenção Sobre os Direitos das Crianças

Autora: Berit Kjos, 7 de julho de 2009
"... alguns adversários do Humanismo nos acusam de querer acabar com a família cristã tradicional. Eles estão certos. É exatamente o que pretendemos fazer." [1; Associação Humanista Britânica, 1969].
"... se você me der um ser humano qualquer normal e algumas semanas... posso modificar o comportamento dele daquilo que não é para qualquer coisa que você queira que seja... Posso transformar um cristão em um comunista... Podemos controlar o comportamento." [2; professor de Psicologia James McConnell, 1966].
Artigo 13: "A criança tem direito à liberdade de expressão. Este direito compreende a liberdade de procurar, receber e expandir informações e ideias de toda a espécie, sem considerações de fronteiras, sob forma oral, escrita, impressa ou artística ou por qualquer outro meio à escolha da criança." [3; Convenção Sobre os Direitos da Criança; ênfase adicionada].
"Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo." [Colossenses 2:8].


Não se deixe enganar! A Convenção Sobre os Direitos da Criança de vinte anos atrás não tem nada a ver com direitos pessoais. Ela tem tudo a ver com mudança de valores e a destruição da família tradicional. Uma vez que ela transfere a autoridade dos pais para o Estado, as crianças cristãs ficam legalmente livres para rejeitar as diretrizes familiares seguras. E o Estado apoiará a decisão delas! Exatamente como Hillary Clinton escreveu nos anos 1990 em seu livro It Takes a Village!
Esse processo começou muito tempo atrás. Seus marcos incluem a criação da Organização das Nações Unidas em 1945 e, começando em 1948, suas relações "consultivas" com a nova Federação Mundial para a Saúde Mental. O documento de fundação dessa federação, "Saúde Mental e Cidadania Mundial", expôs a agenda para a transformação da mentalidade que está por trás das Ciências Sociais:
"Estudos do desenvolvimento humano indicam a mutabilidade do comportamento humano durante a vida, especialmente durante a infância e a adolescência... Instituições sociais como a família e a escola impõem suas impressões desde cedo... São os homens e mulheres em quem esses padrões de atitudes e comportamento foram incorporados que apresentam a resistência imediata às transformações sociais, econômicas e políticas." [4; ênfase adicionada].
A Convenção Sobre os Direitos da Criança foi criada para minar essa resistência! Por exemplo, o Artigo 14 diz aos pais para "respeitarem o direito da criança à liberdade de pensamento, de consciência e de religião." Isso pode fazer sentido se os pais fossem livres para ensinar os limites morais e espirituais seguros. Mas isso significa desastre na cultura sem limites de hoje, que bombardeia as crianças com sugestões e imagens promíscuas, pornográficas e pluralistas.
O Artigo 14 inclui a seguinte qualificação: "A liberdade de manifestar a sua religião ou as suas convicções só pode ser objeto de restrições previstas na lei e que se mostrem necessárias à proteção da segurança, da ordem e da saúde públicas, ou da moral e das liberdades e direitos fundamentais de outrem." Mas quem são esses "outrem" que precisam de proteção? Seriam todos aqueles que desprezam a Bíblia e ficam ofendidos diante de padrões morais? Isso já está acontecendo! Como quando um diretor de uma escola disse a um aluno: "Deixe sua fé lá no carro." [5].
O Artigo 15 concede às crianças o direito à "liberdade de associação", enquanto o Artigo 16 proíbe a "interferência em sua privacidade... ou correspondência." A liberdade delas de escolher escancara as portas para todo tipo depravado de literatura, mensagens de correio eletrônico e páginas da Internet.
Observe a estranha distorção. Com a ratificação dessa Convenção, o Estado extingue os direitos dos pais de definir limites sadios e manter padrões morais. Ele "liberta" as crianças para seguir os novos flautistas de Hamelin para um mundo de corrupção, pensamento de grupo, e controle do governo. Enquanto isso, as crianças cristãs perdem seu direito tradicional de expressar sua fé, uma vez que as crenças e valores cristãos são muito divisivos para o mundo em transformação de hoje.
Esse processo lastimável é ilustrado por uma família canadense. (Como o Canadá ratificou a Convenção Sobre os Direitos da Criança, precisa agora se conformar aos padrões da ONU):
"O pai mandou que a filha... ficasse longe da Internet. Ela acessou, entrando em salas de discussão que seu pai tentara bloquear e depois publicou fotos ‘inapropriadas’ suas na Internet, usando o site de um amigo. Como castigo, o pai não permitiu que ela participasse de uma viagem escolar programada, e então a menina de doze anos recorreu ao sistema judicial do Canadá para conseguir seus direitos... ela obteve acesso ao tribunal usando um advogado indicado pelo próprio tribunal, que a representou na briga dos pais pela custódia dela." [6].
"O Tribunal Superior de Quebec rejeitou a apelação do pai de Gatineau, que entrou com um recurso contra a decisão de um tribunal inferior, que considerou o castigo aplicado muito severo para os erros que ele disse que a filha cometera. O pai está perplexo.’" [7].
Esses veredictos enviesados complementam a linguagem enganosa na célebre Declaração Universal dos Direitos Humanos, da ONU. Observe como ela se assemelha à Convenção Sobre os Direitos da Criança: o Artigo 18 garante "o direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião." O Artigo 19 afirma "o direito à liberdade de opinião e expressão..." Entretanto, o Artigo 29 adverte que:
"Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos objetivos e princípios das Nações Unidas." [8].
Em outras palavras, os "direitos" da ONU não serão concedidos àqueles que discordam de seus objetivos. Eles incluem:
  • Uma Nova Ordem Mundial governada por globalistas não-eleitos e com uma agenda socialista.
  • O fim da soberania nacional, da verdade absoluta e da família tradicional.
  • Solidariedade social e pluralismo espiritual, livres de valores cristãos "divisivos".
  • Um sistema comunitário de parcerias entre três setores: (1) governamental, (2) empresarial e (3) social. Este último inclui as organizações comunitárias, igrejas, famílias, etc. Nessa parceria desigual, o governo se torna a "parte" controladora. Ele estabelece os padrões, avalia (ou determina) a conformidade, recompensa o "progresso" do grupo e pune os resistentes.
Essa agenda pode parecer boa para os utopistas que colocam suas esperanças na MUDANÇA global — e que ignoram a duplicidade dos poderosos e pragmáticos agentes de transformação. A engenhosa desinformação atual fala mais alto que a verdade — especialmente para os ouvintes treinados a seguir os sentimentos, e não os fatos!
Portanto, não é surpreendente que o "discurso dúbio" de duas caras seja central na propaganda da ONU. A Declaração Sobre o Papel da Religião, da UNESCO, é um bom exemplo. Ela pede tolerância e diálogo — mas não mostra tolerância alguma para com o cristianismo. As verdades imutáveis do cristianismo simplesmente não combinam com as exigências da UNESCO:
"Promoveremos o diálogo e harmonia entre e dentro das religiões... respeitando a busca pela verdade e pela sabedoria que estão fora de nossa religião... Pedimos que as diferentes tradições religiosas e culturais deem as mãos... e cooperem conosco." [9].
A palavra "cooperar" é uma maneira benigna de dizer "submeter-se aos novos padrões globais." Qualquer subpadrão resultante dessa "busca pela verdade" seria logo silenciado pelo sempre presente "pensamento de grupo dialético".

Nenhum Espaço Para os Que Resistem

A Convenção Sobre os Direitos das Crianças traz essa agenda interfé bem para dentro de nossos lares e escolas. Seguindo o padrão da ONU, os "direitos" que ela promete estão reservados àqueles que aceitam seus valores socialistas e anticristãos. O Preâmbulo prepara o cenário:
"Considerando que importa preparar plenamente a criança para viver uma vida individual na sociedade e ser educada no espírito dos ideais proclamados na Carta das Nações Unidas [de coautoria de Alger Hiss] e, em particular, num espírito de paz, dignidade, tolerância, liberdade e solidariedade."
Artigo 3: "Os Estados-Partes garantem que o funcionamento de instituições, serviços e estabelecimentos que têm crianças a seu cargo e asseguram que a sua proteção seja conforme as normas fixadas pelas autoridades competentes..."
Artigo 9: "... a criança não é separada de seus pais contra a vontade destes, salvo se as autoridades competentes decidirem, sem prejuízo de revisão judicial e de harmonia com a legislação e o processo aplicáveis, que essa separação é necessária no interesse superior da criança..." [Será que a fé na verdade imutável de Deus poderá ser considerada incompatível com esses "melhores interesses?"].
Artigo 12: "Os Estados-Partes garantem à criança com capacidade de discernimento o direito de exprimir livremente a sua opinião sobre as questões que lhe respeitem, sendo devidamente tomadas em consideração as opiniões da criança, de acordo com a sua idade e maturidade."
Artigo 17: "Os Estados-Partes reconhecem a importância da função exercida pelos órgãos de comunicação social e asseguram o acesso da criança à informação e a documentos provenientes de fontes nacionais e internacionais diversas, nomeadamente aqueles que visem promover o seu bem-estar social, espiritual e moral [a referência aqui é aos valores politicamente corretos, não aos valores cristãos], assim como a sua saúde física e mental. Para esse efeito, os Estados-Partes devem:"
(c) "Encorajar a produção e a difusão de livros para crianças." [Que tipo de livros? A maioria dos livros populares atuais faz as crianças imergirem em universos com sugestões, imagens, crenças e valores contrários aos valores cristãos!].
(e) "Favorecer a elaboração de princípios orientadores adequados à proteção da criança contra a informação e documentos prejudiciais ao seu bem-estar, nos termos do disposto nos Artigos 13 e 18."
Poderia a Bíblia estar entre esses materiais prejudiciais? Histórias missionárias? Livros de história tradicionais ou outras informações que contrariem a ideologia da ONU? Provavelmente! Uma vez que o objetivo é MUDANÇA — estabelecer uma Nova Ordem Mundial — qualquer empecilho a essa visão já está sendo censurado nas escolas públicas. A elite globalista não tem a menor tolerância pelo mundo que prezamos!

Incitando o Ódio aos Que Resistem

Essa revolução socialista me faz lembrar a fúria que se seguiu ao atentado em Oklahoma City, em 1996. Dia após dia, os dedos acusadores da mídia apontavam para os inimigos suspeitos da unidade nacional — aqueles cuja "retórica furiosa" criara um "clima de ódio e paranoia". Os suspeitos iam desde radialistas raivosos e extremistas até pais cristãos preocupados. A revista Time escreveu:
"A coalizão deles inclui elementos bem conhecidos da extrema direita: os que protestam contra os impostos, cristãos que querem educar os filhos no próprio lar, teóricos da conspiração... e tipos autoconfiantes que acham que o governo federal está mais preocupado com os ursos pardos e com os lobos do que com os seres humanos..." [10].
Aparentemente, o recente relatório controverso do Departamento de Segurança Interna foi simplesmente a expressão mais recente da agenda socialista. Você se lembra do incrível relatório sobre os "Extremistas de Direita"? Ele sugere que as dificuldades econômicas, o retorno de veteranos de guerra e indivíduos dedicados a uma única questão, como a oposição ao aborto ou à imigração possam levar ao "surgimento de grupos terroristas" e à violência. [11].
Observe o que está acontecendo. Apesar do apelo à unidade, nossos líderes socialistas estão suscitando a divisão. Isso é porque essa vilanização intencional dos cidadãos comuns e pacíficos tem um propósito muito útil. Hitler entendeu isso bem. Ele também estava determinado a separar os seguidores dos resistentes. Lembre-se do que ele escreveu em Minha Luta:
"A arte dos verdadeiros grandes líderes populares, de todas as épocas, consistiu principalmente em... concentrar-se sempre em um único adversário... É parte do gênio de um grande líder fazer com que até mesmo adversários diametralmente opostos apareçam como se pertencessem a uma categoria..." [12].
Essa Convenção Sobre os Direitos da Criança é um convite e também uma maldição. Ela "liberta" nossos filhos e netos para serem cidadãos do mundo, imunes ao chamado de Deus e aos valores familiares tradicionais. Mas, para aqueles que se recusam a contemporizar, ela significa o fim da liberdade. As pessoas comuns são execradas como inimigas, enquanto o verdadeiro inimigo se tornou um amigo. Thomas Sowell disse bem:
"Enquanto o resto de nós pode estar preocupado com as gangues violentas de traficantes mexicanos próximos à fronteira... o chefe do Departamento de Segurança Interna está preocupado com os extremistas de direita.’ De alguma forma, eles só sabem que você, direitista, está ansioso para espalhar o terror em algum lugar..."
"Os chamados ‘assassinatos de honra’ perpetrados por muçulmanos aqui neste país... não parecem causar preocupação alguma ao Departamento de Segurança Interna... Mas, quanto aos bandidos da ACORN [Associação de Organizações Comunitárias para Reforma Imediata]... o Departamento de Segurança Interna aparentemente não vê nada de mau, não ouve nada de mau, e não fala nada de mau." [13].

Salvando a Terra

O Artigo 29 declara: "Os Estados-Partes acordam em que a educação da criança deve destinar-se a:... (e) Promover o respeito da criança pelo meio ambiente."
Essa visão poderia ser boa se não estivesse envolvida em uma agenda política — e também espiritual. Entretanto, inúmeros grupos ambientalistas e religiosos agora estão compartilhando suas estratégias para uma ideologia centrada na Terra. Muitas assim chamadas igrejas estão convencidas que as religiões verdes são mais benéficas do que as certezas "obsoletas" da Bíblia. O ex-vice-presidente americano Al Gore lidera o caminho. Considere a seguinte citação de seu livro A Terra em Balanço:
"A riqueza e diversidade de nossa tradição religiosa, durante toda a história, é um recurso espiritual há muito ignorado pelas pessoas de fé, que muitas vezes têm medo de abrir suas mentes para ensinos oferecidos fora de seu próprio sistema de crenças. Mas o surgimento de uma civilização na qual o conhecimento se move livremente e de forma quase instantânea por todo o mundo... dinamizou uma investigação renovada da sabedoria destilada por todas as fés. Essa perspectiva panreligiosa pode se provar especialmente importante no que se refere à responsabilidade de nossa civilização global com a Terra." [págs. 258-259, tradução nossa].
Zombar da verdade é um sinal dos nossos tempos e o "medo" se tornou uma acusação comum contra nós. Todavia, dentre todas as pessoas do mundo, os cristãos são os que menos têm motivos para temer. Nosso Soberano Deus reina — até mesmo no meio das ímpias transformações atuais:
"Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor." [Romanos 8:37-39].
Enquanto isso, "No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo." [Efésios 6:10, 11].

Notas Finais

1. "O Casamento e a Família," The British Humanist Association, 1969. Citado pelo Dr. Dennis L. Cuddy, The Globalists (Oklahoma City: Hearthstone Publishing, 2001), pág. 124. 2. Dr. Dennis L. Cuddy, The Globalists (Oklahoma City: Hearthstone Publishing, 2001), págs. 133-134. 3. Nossa Diversidade Criativa, 1995, pág. 46. Nota: Recebi essa publicação da UNESCO na Conferência da ONU Sobre Habitações Humanas (Habitat II), em Istambul, em 1996. Ela é muito esclarecedora. 4. "Saúde Mental e Cidadania Mundial," págs. 7 e 8. Distribuído pela Associação Nacional para Saúde Mental, Av. Broadway, 1790, Nova York 19, NY, http://www.psych.org/pnews/98-01-19/hx.html. 5. "Estudante ouve: ‘Deixe sua fé lá no carro’, 3/6/2004. http://www.worldnetdaily.com/news/ARTICLE.asp?ARTICLE_ID=38758. 6. "Pai proíbe filha, mas tribunal a libera" em http://www.worldnetdaily.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=67479. 7. "Pai de Quebec processado por filha de 12 anos após castigo, tem seu recurso rejeitado" em http://www.cbc.ca/canada/montreal/story/2009/04/07/mtl-quebecgirl-sues-dad-0407.html. 8. Permutando os Direitos dos EUA Pelas Regras da ONU, em http://www.crossroad.to/text/articles/turfur12-98.html. 9. "Declaração da UNESCO Sobre o Papel da Religião" em http://www.crossroad.to/Quotes/globalism/declaration-on-religion.htm. 10. Philip Weiss, "Marginalizados se preparando para o Apocalipse," Time, 1/5/1995, pág. 48. 11. "Segurança Interna em alerta contra 'extremistas de direita' em http://www.worldnetdaily.com/index.php?fa=PAGE.printable&pageId=94803. 12. "O Inimigo do Povo" em http://www.crossroad.to/text/articles/teotp1196.html. 13. Thomas Sowell, "Você É um Extremista?" em http://townhall.com/columnists/ThomasSowell/2009/04/21/are_you_an_extremist?page=1.

Autora: Berit Kjos (Kjos Ministries, em http://www.crossroad.to)
Tradução: Marcelo N. Motta, Blog PensandoBiblicamente
Data da publicação: 29/7/2009
Transferido para a área pública em 31/8/2010
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/db123.asp

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Bullying

       

O que é bullying?

Bullying é uma situação que se caracteriza por atos agressivos verbais ou físicos de maneira repetitiva por parte de um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo inglês refere-se ao verbo "ameaçar, intimidar".
Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas. E, não adianta, todo ambiente escolar pode ter esse problema. "A escola que afirma não ter bullying ou não sabe o que é ou está negando sua existência", diz o médico pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), que estuda o problema há nove anos.
Segundo o médico, o papel da escola começa em admitir que é um local passível de bullying, informar professores e alunos sobre o que é e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática - prevenir é o melhor remédio. O papel dos professores também é fundamental. "Há uma série de atividades que podem ser feitas em sala de aula para falar desse problema com os alunos. Pode ser tema de redação, de pesquisa, teatro etc. É só usar a criatividade para tratar do assunto", diz.
O papel do professor também passa por identificar os atores do bullying - agressores e vítimas. "O agressor não é assim apenas na escola. Normalmente ele tem uma relação familiar onde tudo se revolve pela violência verbal ou física e ele reproduz o que vê no ambiente escolar", explica o especialista. Já a vítima costuma ser uma criança com baixa autoestima e retraída tanto na escola quanto no lar. "Por essas características, é difícil esse jovem conseguir reagir", afirma Lauro. Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno reage, a tendência é que a provocação cesse.
Claro que não se pode banir as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. O que a escola precisa é distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. "Isso não é tão difícil como parece. Basta que o professor se coloque no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?", orienta o médico. Ao perceber o bullying, o professor deve corrigir o aluno. E em casos de violência física, a escola deve tomar as medidas devidas, sempre envolvendo os pais.
O médico pediatra lembra que só a escola não consegue resolver o problema, mas é normalmente nesse ambiente que se demonstram os primeiros sinais de um agressor. "A tendência é que ele seja assim por toda a vida a menos que seja tratado", diz. Uma das peças fundamentais é que este jovem tenha exemplos a seguir de pessoas que não resolvam as situações com violência - e quem melhor que o professor para isso? No entanto, o mestre não pode tomar toda a responsabilidade para si. "Bullying só se resolve com o envolvimento de toda a escola - direção, docentes e alunos - e a família", afirma o pediatra.
Daniela Toviansky
Isto não ocorre somente no secular, mas tambem no meio cristão. Se nós pais e atuantes na igreja não prestarmos a tenção nas crianças, como agem, podemos dar espaço ao "Bullying cristão".

Em sala de aula outro dia ouvi , apelidos, ouvi que quem é de escola particular é melhor , quem mora em favela é pobre. E eu pergunto que importancia tem isso? A luz da palavra é isso que nós pais aprendemos e estamos passando para nossos filhos? Que há pessoas melhores que outras pela posição social ou pela beleza que tem. Isso nos levará para o céu mais rápido?
Pais prestem atenção nos valores que seus filhos estão se espelhando, o mais importante é o carater de Cristo que temos que ter e não um lugar ao sol aqui na TERRA  e depois?


terça-feira, 7 de julho de 2009

Na Suécia, pais se recusam a revelar o gênero do/a filho/a

Acho interessante que alguns pais optem por não saber o sexo da criança antes do nascimento. A gente vive numa era de ansiedades. Não conheço nenhum casal que tenha feito isso nos últimos tempos e essa expectativa, que era bem comum antes da evolução da medicina, ninguém mais sabe direito como é. Quando a criança nasce, ela já tem nome, quarto da cor certa, enxoval e um monte de planos - se for menina vai fazer balé, tocar piano e usar aquele vestido amarelinho. Se for menino será São Paulino, vai gostar de Motorhead e ser advogado como o pai. Bleh.
Mas tudo que é demais é exagero. Tipos que tem um casal na Suécia (eta país maluco, sempre eles) que não revela o sexo do filho/a de dois anos e meio, nem pra ninguém, nem pra criança. E não a/o caracteriza de forma nenhuma, nem com pronome, nem com roupa e nem com o nome.
Eles chamam a criança de Pop.

Isso é Pop.
Pop. Pop. Pop.
Quando POP começar a ir pra escola, eu não consigo entender se POP será zuado por se chamar POP ou por não ser, aos olhos dos outros coleguinhas, nem menininho nem menininha.
Além da grande sacanagem de fazer isso com uma criança sem pensar nas possíveis consequências (mal posso esperar pra descobrir se POP será assexuado, homossexual, transgênero ou vai só mudar de nome mesmo - PRA PUNK, HAHAHAHAHAH), os pais escolheram um nome altamente infeliz pra dar pra essa criança. POP não é nada. Parece a onomatopéia de alguém abrindo uma garrafa de champanhe. É sonoro, divertido, mas ninguém pode se chamar POP.
Entendo a necessidade de dar um nome de duplo gênero, né. Não dá pra esconder o sexo da criança se você chamá-la de Camila. Mas tem outras opções de nomes que servem tanto pra homem quanto pra mulher. Tipo… Allison. Yumi. Nadir. Há quem juraria que Nadir é nome de mulher, mas esse é controverso, então entra na lista. Outro controverso: Lucimar. Ainda assim, o mais adequado seria algo como José Maria / Maria José, contanto que os pais alternassem o uso do primeiro e do segundo nome pra chamar a criança.
Os pais dizem que estão fazendo isso para que POP (pfff) cresça com liberdade, sem ser forçado a nenhum gênero. Bonito. Pra mim, soa mais como uma experiência antropológica cruel, uma mistura de Mengele com Mogli, o menino lobo, e tudo isso com seu próprio filho. Repito - não dá pra prever as consequências de algo assim pra uma criança. Mas a certa altura, quando ela começa a identificar que é diferente, de alguma forma, de outras crianças, deve sim se tornar perturbador.
Na matéria que eu linkei, uma pediatra sueca diz que não sabe como isso afetará a criança, mas que certamente ela será ‘diferente’. Os pais querem que ela seja diferente? Se eles estão forçando essa diferença, então pra mim não há a ‘liberdade’ de que eles falam. Não é natural.
É como um Bonsai - parece natural e bonitinho, e a gente fica maravilhado com a magia da natureza. Mas na boa, você colocou uma semente de árvore dentro de um potinho. A natureza não é idiota - o mínimo que ela pode fazer é perceber isso e crescer pouquinho. Mas se ele pudesse, cresceria muito mais. Aliás, é isso que ela faria em condições normais.
Meu próximo Bonsai se chamará POP.
Os pais dizem que só vão revelar o sexo de POP quando ele ou ela quiser. O que vai acontecer, hum, digamos, amanhã. Quero dizer, assim que POP perceber que não tá de rosa nem de azul, e as outras crianças tão, ela vai perguntar isso pros pais. Mistério FAIL.
E esse papo de dar liberdade à criança não faz sentido. O único jeito de fazer isso sem ser forçado ou prejudicá-la seria se mudar pro meio do mato e se isolar do contato com o resto da sociedade.
Eu não chamaria de ‘liberdade’ vesti-la com roupas unissex, chamá-la por um nome que, além de ser um palíndromo, é onomatopéico e tão emblemático (imagina como ele/ela se sentiu quando o Michael Jackson morreu semana passada) e subverter totalmente tudo aquilo que ele/a inevitavelmente terá contato. Isso só pode transformá-lo/a numa criança perturbada. Aliás, falando em Michael Jackson, até dá pra supôr o resultado da criação hetedoroxa de POP.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Libertação Infantil - Parte 1

I - ABOMINAÇÕES DIANTE DE DEUS


No livro do profeta Ezequiel, nos deparamos com um quadro terrível do julgamento de Deus sobre a cidade de Jarusalém. Veja Ezequiel 9.

Um sinal distitivo é colocado na testa das pessoas que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem na cidade, e todos os que não recebem o sinal são mortos sem compaixão: velhos, moços, virgens, mulheres e crianças. O julgamento tem inicio no próprio santuário, no templo.

A afirmação do Senhor é categórica: “A iniquidade da casa de Israel e de Judá é excessivamente grande, a terra se encheu de sangue e a cidade de injustiça; e eles ainda dizem: O Senhor abandonou a terra, o Senhor não vê”. (Ezequiel 9:9)

Quais seriam essas abominações cometidas em Israel, de cujo julgamento nem as crianças escapariam?

No capítulo anterior, nós temos exatamente a descrição destas abominações, chamadas de grandes e terríveis:

  • Idolatria versos 3 à 6

A entrada da porta do pátio de dentro, estava colocada a imagem de ciúmes de Deus. Havia profanação do nome de Deus no próprio templo separado para sua adoração. Haverá uma desgraça maior, em nossa patria do que a idolatria? Quantas cidades dedicadas a santos e cujas festas principais são ligadas a estes padroeiros, onde campeia a imoralidade.

  • Sociedade secreta versos 7 à 13

Setenta homens (lideres em Israel) em câmaras pintadas de répteis e animais abominaveis, tendo em suas mãos incensários. Cultos misticos em câmaras escuras, cheias de incenso onde só os iniciados podiam entrar e onde se tentava controlar as forças ocultas da natureza. Que abominação constatar que lideres evangélicos estão ligados a sociedade secretas, onde obtém prestígio,poder e status.

  • Culto imoral versos 14 e 15

Mulheres assentadas, chorando a Tamuz, que na mitologia babilonica era um jovem deus da natureza que morria no inverno e renascia na primavera.Anualmente chorava-se a morte imaginária de Tamuz. Estes cultos giravam em torno de questões sexuais e reprodução e levavam a uma grande degradação moral. Os gregos tinham culto semelhante – a lenda de Adônis. Os egipicios tinham a lenda de Osiris. Nas três civilizações as mulheres ficavam lamentando a morte do belo herói. Quantas vezes o culto a Deus, ao invés de ser “em espírito e em verdade”, esta permeado de sensualidade.

  • Astrologiaverso 16

Homens de costa para o templo do Senhor, com os rostos voltados para o oriente, adoravam o sol. Esta atitude reflete com nitidez os nossos dias, quando há um afastamento deliberado do Senhor e de Sua palavra, e uma busca cada vez mais intensa das “filosofias” orientais. Em certas escolas, os professores trabalham com as crianças de acordo com os signos do zodiáco, ou seja, o mapa astral.

  • Supertiçãoverso 17

Homens cheirando um pedaço de arbustos. Nunca se viu tanta crendice como nos nossos dias: copo de água em cima de radio, varinha milagrosa, sal grosso atrás da porta, etc.

A situação do povo é intoleravél ao ponto do Senhor afirmar: “ Pelo que também eu os tratarei com furor:os meus olhos não pouparão, nem terei piedade. Ainda que me gritem aos ouvidos em alta voz, nem assim os ouvirei” (Ezequiel 8:18)

Em Deuteronômio 18:9-14, o Senhor já havia advertido contra o esoterismo nas suas mais variadas formas:Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem que consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal cousa é abominação ao Senhor; e por essas abominações o Senhor teu Deus os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o Senhor teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os advinhadores; porém a ti o Senhor teu Deus não permitiu tal cousa.”

Veja também:

  • Êxodo 22:18 - A feiticeira não deixarás viver.”

  • Levitico 19:26 e 31 - ...não agourareis, nem adivinhareis... Não vos voltareis para o necromantes, nem para os adivinhos; não os procurareis para serdes contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus.”

  • Levitico 20:6 - “Quando alguém se virar para os necromantes e feiticeiros, para se prostituir com eles, eu voltarei contra ele e o eliminarei do meio do seu povo.”

  • Deuteronômio 12:30 - ...guarda-te não te enlaces com imitá-las... indague acerca dos seus deuses...”

  • I Samuel 15:23 - “Porque a rebelião é como o pecado da feiticeira, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar.”

  • II Cronica 33:6 - adivinhava pelas nuvens, era agoureiro, praticava feitiçarias, tratava com necromantes e feiticeiros e prosseguiu em fazer o que era mau perante o Senhor, para o provocar à ira.”

  • Isaias 2:6 - “Pois, tu, Senhor, desamparaste o teu povo, a casa de Jacó,porque os seus se encheram da corrupção do Oriente e são agoureiros como os filisteus, e se associam com os filhos dos estranhos.”

  • Isaias 8:19 à 22 - “Quando vos disserem: consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos? A lei e o testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva. Passarão pela terra... e serão lançados para densas trevas.”

  • Isaias 44:25 - Desfaço os sinais dos profetizadores de mentiras e enlouqueço os adivinhos; que faço tornar atrás os sábios, cujo saber converto em loucuras”.

  • Jeremias 32:33 à 35 - Viraram-me as costas e não o rosto;...puseram as suas abominações na casa que se chama pelo meu nome, para a profanarem. Edificaram os altos de Baal...para queimarem seus filhos...nem me passou pela mente fizessem tal abominação.”

Deus tem proibido terminantemente, em Sua Palavra, a prática de ocultismo em suas mais variadas formas, mas o povo não tem dado ouvidos ao Senhor e há de sofrer as consequências de seu erro.

A ordem dada pelo Senhor era que se marcasse a testa de todos quantos estivessem aborrecidos, tristes, inconformados, por causa da idolatria, das sociedades secretas, dos cultos imorais, da astrologia, da supertição e da feitiçaria. Quão poucos puderam ser marcados!

Se este mesmo sinal fosse aplicado hoje, quantos o receberiam? E as crianças? Muitas vezes temos idéias e sentimentos errôneos a respeito delas. Note que inclusive as crianças sem o sinal, seriam mortas. Quantas crianças hoje, estão envolvidas de alguma forma com essas abominações! A criança deste final de século seria marcada com o sinal de pertencer de fato ao Deus Todo Poderoso, Criador do Céu e da Terra?

sábado, 19 de abril de 2008

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Preconceito nos lápis de cor

Leiam e reflitam sobre esta história, a fim de não cometerem este erro. Vejam como uma simples indicação de lápis de cor, pode caracterizar-se como uma atitude de preconceito.

Gostaria de contar-lhes a seguinte história: Quando meu filho ingressou na escola de educação infantil, chegou aqui em casa certo dia dizendo que queria ser 'cor de pele'. Gostaria de informar que somos negros. Meu marido é branco. Nosso filho, mestiço.
Não conseguimos entender o desejo dele, pois ele já era cor de pele - foi o que respondi. 'Filho, você é cor de pele. Cor de pele negra'. Esse tema rondou a casa por semanas até que um dia fui à escola descobrir o que estava havendo.
E, para minha surpresa, o fato era uma mistura de incompetência para a diversidade brasileira vinda da própria professora e, muito fortemente, saída também da Faber-Castell, que tem na sua caixa de lápis de 36 cores uma cor chamada PELE. Que cor é essa? Um salmão, rosa-claro, rosinha a que o fabricante denomina PELE.
Pele de quem, me pergunto? Pele branca, é claro. Não seria legítimo em um país de maioria negra que houvesse também uma cor na caixa de lápis para quem não tem pele branca?
Ressalto que, sim, embora as estatísticas camuflem esse dado, o Brasil é um país de maioria negra. E posso informar bibliografia consistente sobre o assunto, se necessário. Ou insiram uma nova cor, que contemple a pele negra, ou mudem o nome dessa, por favor.
Meu filho está com sete anos agora e já faz tempo que sabe que 'marronzinho', como ele mesmo dizia. Mas entendeu nesse exato momento em que quis ser 'cor de pele' que vocês o submeteram a um preconceito disfarçado. Camuflado em uma caixa de lápis que vemos nas propagandas cantantes, coloridas, sorridentes da marca.
É triste o preconceito e muito mais quando é subliminar o seu contato com nossos filhos! Atenção professores para não serem usados para provocar esse tipo de comentario ...

O Nome de Jesus.

O nome de Jesus

João 14:13,14 - Jesus veio pregar a mensagem do Reino, e uma dessas mensagens era fortalecer o nome de Jesus, o nome de Deus.
Para que o homem se voltasse para Deus, se lembrasse do criador , de quem dá e tira a vida. Para quem, por quem e para quem foram feitas todas as coisas.
Jesus nos deixou uma "procuração" muito valiosa. Procuração dá a alguma pessoa o direito legal de agir em nome dela, ou seja, tudo o que eu fizer com esse nome é o mesmo que a própria pessoa fizesse, e não poderá ser considerado inválido pois tenho o direito legal cedido por ela.

Então imagina o que podemos fazer em nome de Jesus que deixou essa procuração assinada na cruz do Calvário para nós? - João 14:12.

João 15:7 e 16 - Jesus fala da obediência, e nos dá um alerta, ele deixa seu nome em nosso poder porém devemos ter discernimento ao usá-lo, "Se as minhas palavras estiverem em seus corações", ou seja, cumprirmos seus mandamentos, amarmos uns aos outros, perdoarmos os pecados uns dos outros, confessarmos uns aos outros. Não que Deus seja carrasco e curioso hehehe, ele diz isso para que Satanás não fique nos acusando e achando brechas em nossa vida para minar a nossa fé. Como? Pense! Sabe aquele pecado que não confessou ainda? Toda vez que você precisa tomar uma atitude com relação as coisas de Deus isso vem a sua memória não é? Tipo - " Quem é você para pedir isso? Lembra que você fez aquilo?"

Ai pedimos as coisas no nome de Jesus e nada acontece. Porque? Porque na nossa mente já passa aquela frase - "Não sei se ele dará pois errei ..."
Jesus nos ama muito e não podemos deixar o diabo roubar esse precioso nome e a nossa preciosa fé de nossos corações

No versículo 16 - Jesus diz que não escolhemos a ele e sim ele que nos escolhe. Como é possível se eu que vim até a "igreja"? - você diz.

Deus nos criou, a sua imagem e semelhança nos criou, Gênesis 1:27, então ele te escolheu desde o ventre, ou melhor antes disso, ele pensou: " - Vou fazer fulano assim e assim, com esse cabelo , com essa barriguinha, e vou fazê-lo para me adorar".
Só que ai, preferimos fazer outras coisas á adorar a Deus, vamos a lugares que desagradam o Deus, pois ele não habita onde há pecado, falamos palavrões, coisas que Deus também não se agrada. Enfim uma infinidade de coisas, só que um dia caímos na real e voltamos para ele, e ainda assim, devido ao orgulho do homem , achamos que nós é que decidimos adorar a Deus - uma piada né? - sendo que fomos criados para o louvor da sua glória.

Ele pede para darmos frutos bons; - Ok você não é uma árvore para ficar plantado e esperar dar frutos - Verdade, fomos feitos para andar pelo mundo e pregar o evangelho a toda criatura. Marcos 16:15.
Fala para darmos bons frutos, ou seja, termos os frutos do Espirito Santo agindo em nós,(Gálatas 5: 22,23) devemos dar bons testemunhos, termos atitudes em que as pessoas vejam a Glória de Deus em nós, atitudes que as pessoas digam " Nossa esse agora é santo?"
É verdade devemos ser santo pois Deus é Santo.

João 16:23 - Jesus nos fala a respeito de sua partida, mas também diz que no dia em que aceitarmos a verdade que ele está vivo, e vive em nós , paramos de pecar , nos desviamos dos nossos maus caminhos, ele virá a nós e sarará a nossa terra (coração) II Crônicas 7:14; Ele diz que a alegria que vamos ter nos deixa em um estado de graça tamanha que , nem precisaremos perguntar mais nada para ele, ou seja , o Espírito Santo nos convence do pecado certo? "João 16: 7 e 8" Então antes mesmo de pecar saberemos que estamos agindo errados, e se mantivermos a santidade em Deus , receberemos tudo o que pedirmos em seu nome, Glória a Deus.
Em João 14:23,24 Jesus nos fala da importância da obediência, Devemos amar a Deus acima de tudo pois assim guardamos a sua palavra e ele, e seu Pai, moraram em nós .Que coisa linda não! Ter Deus morando em nossos corações, resplandecendo sua glória e amor em nós.
Assim seremos vistos de forma diferente, pois os que vivem não conhecem as palavras e mandamentos de Deus e para eles isso é loucura, uhuuu sejamos loucos então.

O nome do Senhor é invocado desde as primeiras gerações , em Gêneses 4:26 nos fala sobre quando o homem começou a sentir a necessidade de invocar o nome do Senhor. Só que o detalhe é que nessa época invocavam o nome dele e ofereciam sacrifícios para receberem a graça de Deus, e hoje temos livre acesso a ele devido a morte de seu filho na cruz do calvário.

E devido a sua morte na Cruz por nós, Deus deu o nome mais valioso de todos a seu filho, que nos passou esse nome por herança Filipenses 2: 9 a 11.Diante desse nome todo joelho se dobrará, toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor.
Não perca mais tempo, nem me venha com essa que é muito novo para servir a Deus , porque você já deve isso a ele desde o dia em que ele te deu o fôlego de vida, e ele conta com você para anunciar aos amigos, familiares, colegas de escola e conhecidos da rua.
Jesus te amou e não teve vergonha de morrer na cruz por você. Oro para que Deus livre vocês desses sentimentos de derrota e que vocês continuem nesse caminho, pois lá fora NÃO TEM NADA QUE PRESTE MESMO.

Jesus te ama use o nome dele é seu direito legal, reivindique as suas bênçãos, sua saúde, a vida de sua família em Cristo.

Paz seja com todos vocês.
Ricardo Lima Estevam Nobre

Reflita
"antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz."
Filipenses 2:7,8